04 - Quarto dia: De Hamburgo a Berlim

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Bem, a noite eu tive um pequeno contratempo. O ar na Alemanha é super seco, a ponto de que a noite eu acordei com uma sede violenta e um forte gosto de sangue na garganta. Fui até o frigobar e se eu não me engano, não tinha nada lá (apenas um cartaz avisando de que, caso eu deseje algo, bastava ligar para a recepção). Claro que a sede era muito maior, então resolvi o meu problema com agua da torneira mesmo... Como estou vivo ainda, acho que não tinha problema nenhum...

Café tomado, lá vamos nós para o centro de Hamburgo, ou Cidade Livre e Hanseática de Hamburgo (como os taxistas de lá falam: "Freie und Hansestadt Hamburg"). Hamburgo é um dos maiores (se não for maior) porto da Alemanha e fica a 100 km de distancia do mar. Ela é localizada entre os rios Elba e Alster e devido a quantidade de pontes e canais é conhecida como a "Veneza Alemã".

Paramos em frente da Camera de Comércio de Hamburgo (Handelskammer Hamburg), descemos e fomos dar uma volta pelo centro de Hamburgo:


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Camera de Comércio de Hamburgo


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Prefeitura de Hamburgo


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Prefeitura de Hamburgo


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Prefeitura de Hamburgo


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Mais pedras do tropeço


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Estatua de um grande escritor alemão


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Prefeitura de Hamburgo vista do cais


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Vista do Alster


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Vista do Alster

Como dá para ver, o dia começou bem nublado, e só depois o Sol foi aparecendo. Saimos da frente da Camera de Comércio, passamos em frente a Prefeitura e fomos ao pier do Alster, de onde saem passeios de hora em hora pelo lago. Do lago dá para ver o prédio da prefeitura, as pontes Kennedy e Lombard, os hoteis 5 estrelas: Hotel Atlantic, Hotel Intercontinental, o "Four Seasons" hotel e Le Royal Meridien, o prédio da seguradora Volksfürsorge,a linda vila Gästehaus des Senat, inumeros restaurantes, torres de igrejas, a Casa Branca de Hamburgo (aonde fica o consultado americano) e a torre da televisão.


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Foto escurissima de varios barcos


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Vista da vegetação ao longo do Alster


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Foto de varios barcos


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Foto de mais barco


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Foto de mais barco


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Foto de mais barco


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Foto da vista do barco


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Foto da vista do barco

Não dava para tirar muitas fotos pois alem do clima não ajudar, os vidros do barco escureciam muito as fotos, e eu não gosto de usar flash (caipira é fogo...). Saimos do barco e fomos almoçar. Mas antes, mais algumas fotos:

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Foto da prefeitura, novamente


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Foto da St. Petrikirche (igreja de São Pedro)

Bem, almoçamos. Na verdade não foi bem um almoço, e sim um lanche composto por peixe e salada. E mesmo eu, que não sou fã de peixe, adorei o lanche. Alias, como todo porto que se preze, a comida mais tradicional de Hamburgo é o peixe. Passeamos pelo centro e visitamos algumas lojas, mas o pessoal estava com medo da crise economica que tinha acabado de estourar e evitou comprar muita coisa. No caminho da Camera de Comercio, resolvemos visitar a igreja de São Nicolau. Ou melhor dizendo, o que restou dela.

Essa igreja foi praticamente destruida durante a Segunda Guerra Mundial, a igreja de São Nicolau era uma igreja luterana. Hoje é apenas um memorial sobre os horrores da guerra.

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Entrada da St. Nikolai Kirche (igreja de São Nicolau)

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Torre de 147 metros da St. Nikolai Kirche (como é horrivel tirar foto de monumentos de perto)

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Foto lateral da torre da St. Nikolai Kirche

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Foto da lateral da St. Nikolai Kirche

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Memorial St. Nicolau
Para as vitimas da guerra e perseguição
Construida entre 1845 - 74 após planos do sir Gilbert Scott, Londres
Destruida por um incendio em sua torre provocada pela "Operação Gomorra" em 1943
Em 16.12.1987 foi estabilicida a "Salve a Igreja de São Nicolau"
Lembranças e Informações na cripta (Entrada pela piramede de vidro)

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Foto da torre da St. Nikolai Kirche vista por trás

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Foto da torre da St. Nikolai Kirche vista por trás - Parte 2

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Sino instalado na Igreja de São Nicolau em 1993

Bem, saimos de Hamburgo consideravelmente tarde. Paramos em um daqueles restaurantes que ficam nas estradas para nos alimentar (enquanto um dos nossos amigos queria porque queria que eu perguntasse para um dos alemães quanto custava uma fazenda por ali) e voltamos para o onibus. Foi uma viagem longa, mas o destino iria valer a pena. Chegamos a noite em Berlim.

Saimos para comer algo e somente encontramos uma pizzaria aberta. De duas, uma. Ou era muito tarde ou era muito cedo. Não sei se era impressão minha, mas era muito mais gostosa do que a maioria das pizzas feitas em Sampa, vai ver que era impressão por estarmos em um lugar diferente. A intenção na verdade era de irmos para um Biergarten, mas o local tinha sido destruido por um incendio a não mais de duas noites. Voltei para o quarto e dormi.

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