02 - Segundo dia: Passeio Turistico, Feira de Artesanato e Cerro San Cristobal

Acordamos cedo e ainda discutiamos os planos para o dia. Obvio, teriamos que visitar a feira de artesanato de Los Dominicos e o Cerro San Cristobal. Talvez precisariamos voltar ao museu Bellas Artes, para comprar alguma lembrança. Mas as ordens das visitas ainda estavam confusas.

Enquanto a Marina estava no banheiro, eu resolvi dar uma lida em um dos milhares de panfletos que ela pegou na recepção do hotel. Foi quando eu percebi, entre as propagandas de um dos panfletos, passeios turisticos monitorados. Ora, o preço não era tão caro, e pelo o que os passeios mostravam, daria para visitar bastante coisa. Tinha alguns passeios noturnos com os quais a Marina se empolgou mas que descartamos, por ser domingo (e geralmente pouca gente vai para a balada de domingo) e porque eu não via lá muito interesse em visitar varias casas noturnas por alguns minutos e não parar em nenhuma.

Descemos para tomar café, e depois de muito empurra-empurra para descidir qual de nós dois iria perguntar para o recepcionista do hotel como agendar um passeio desses, voilá! Um taxi estava na porta do hotel nos aguardando para levar até o passeio.

Chegamos no ponto de encontro aonde um onibus fretado nos aguardava. E então nós aguardamos um bom tempo, pois tinha outros turistas que iriam fazer parte do nosso passeio, mas eles não conseguiam chegar até o onibus devido a Maratona de Santiago. De qualquer forma, partimos sem eles.

Como de praxe, o guia ia explicando um pouco sobre Santiago, em ingles e espanhol até chegarmos à primeira parada de nosso passeio: Cerro San Cristobal. Segundo eu li no guia, o Cerro San Cristobal é um pedaço dos Andes que invade a cidade de Santiago. É para lá que todos mundo de santiago vai passear de final de semana. Lá de cima é possivel ver boa parte de Santiago, e admirar um pouco mais os Andes. Segundo o guia turistico, no Cerro existe um Jardim Botanico, aonde é possivel ver exemplos da extensa flora chilena (não se esqueça que o Chile possui o arido deserto do Atacama e a distante Terra do Fogo.

Falaremos mais do Cerro mais tarde, por hora, fiquem com as fotos que eu tirei de lá:

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Parte de Santiago vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Parte de Santiago vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Parte de Santiago vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Parte de Santiago vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Parte de Santiago vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Eu, escondido pelas sombras

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Uma bacana pequena construção de onde é possivel tirar fotos melhores

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Parte de Santiago escondida pela vegetação, vista do Cerro San Cristóbal, com Andes ao fundo

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Outra vez, a vegetação escondendo a vista

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Andes e a vegetação do Cerro

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Deja vú?

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A-há! Vegetação do Cerro, com os fios do teleférico em destaque

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Mais foto da vegetação local

OK... A pedidos da Marina, retirei as fotos que eu tirei dela dentro do onibus. Vontando ao passeio. Entramos no onibus e fomos em direção a outro Cerro, o de Santa Lucia. Foi lá que o Pedro de Valdivia fundou Santiago em 1540. De fato, o guia disse que poderiamos encontrar o próprio Pedro de Valdivia "cara-a-cara" lá no cerro. Eu achei estranho, pensei que os restos mortais dele estavam enterrados lá.

De qualquer forma, descemos e fomos passear pelo Cerro de Santa Lucia. Logo na entrada, outra guia nos aguardava, para dar continuidade ao passeio.

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Cerro Santa Lucia

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Entrada do Cerro Santa Lucia

Andamos alguns metros pelo cerro com a guia explicando sobre a importancia daquele local na história da cidade de Santiago até chegarmos em um ponto aonde a guia destacou que era exatamente ali, o local aonde Pedro de Valdivia tinha fundado a cidade a tanto tempo atras. Foi quando subitamente ela foi interrompida por sons de cornetas.

Da escada, desciam duas pessoas caracterizadas como Pedro de Valdivia e sua amante, Inés de Suárez. Obvio que eu não veria os restos mortais de Pedro de Valdivia e sim uma encenação!

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Nossa guia pela história de Santiago e a amante de Pedro de Valdivia, Inés de Suárez

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Pedro de Valdivia e sua amante, Inés de Suárez

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Pedro de Valdivia "fundando" a cidade de Santiago

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Pedro de Valdivia e Inés de Suárez sendo entrevistados pela nossa Guia

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Indio local não muito feliz com a presença espanhola

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Indio local não muito feliz com a presença espanhola

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Indio local não muito feliz com a presença espanhola

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Confronto verbal (e visual) entre Pedro de Valdivia e o indio local

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Confronto verbal (e visual) entre Pedro de Valdivia e o indio local

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Pose final e Fim da Apresentação

Vou ser sincero. Achei muito divertida essa apresentação e fiquei pensando o motivo da não existencia de apresentações semelhantes por aqui, em São Paulo (só para depois descobrir que existem tambem, o problema é o fato de ninguem ir atrás). Findada a apresentação, eu e a Marina resolvemos subir o Cerro Santa Lucia para visualizar Santiago lá de cima. Antes de começarmos o nosso calvario, nos deparamos com a linda Terraza Neptuno.

 

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Terraza Neptuno

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Terraza Neptuno e topo do Cerro Santa Lucia

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Adorei essa foto. Parece que Netuno ergueu seu tridente para envocar um relampago (claro, Netuno era deus dos reinos marinhos, quem envocava relampagos era Jupiter)

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Terraza Neptuno

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Terraza Neptuno com prédios do centro de Santiago ao fundo

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Terraza Neptuno com prédios do centro de Santiago ao fundo

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Tentativa de fotografar os ultimos corredores da Maratona de Santiago. Ô pessoar arisco, sô.

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Parte de tras do Terraza Neptuno

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Cidade de Santiago visto do Cerro Santa Lucia

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Cidade de Santiago visto do Cerro Santa Lucia, com destaque para o Terraza Neptuno

E subimos, subimos e subimos. E entre uma atividade e outra, subimos. Por mais que subiamos, viamos que tinha mais a subir. Queriamos muito olhar para a cidade lá de cima, mas parece que aquele morro não tinha fim.

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Uma das entradas dos caminhos em direção ao topo

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Cidade de Santiago, visto de cima do Cerro Santa Lucia

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Monumento em homenagem a população nativa, com direito a carrinho de sorvetes Nestlé (lá é conhecido por Sarvoy)

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Cidade de Santiago, com Andes ao fundo (novidade, qualquer lugar de Santiago parece ter os Andes ao fundo).

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Terraza Neptuno visto de cima.

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Cidade de Santiago visto do Cerro Santa Lucia

OK, depois de horas de caminhadas (que na realidade, foram apenas 15 minutos), nos demos conta de que seria impossivel chegar ao topo do Cerro sem perder o restante do passeio. Resignados, demos meia volta e descemos em direção ao onibus.

Dentro do onibus, iniciamos nossa viagem rumo ao centro histórico. Claro que já tinhamos ido no dia anterior, mas sempre é legal estar acompanhado com gente que sabe da história da cidade. Descemos, ficamos rodeando a praça central e olhando com mais atenção aos monumentos no entorno da praça.

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Foto tirada de dentro do onibus.

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Essa você já conhece: Catedral Municipal de Santiago.

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Essa você já conhece: Catedral Municipal de Santiago.

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Fonte no centro da Plaza das Armas.

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Zoom na fonte.

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Edificio do Correo Central de Santiago.

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Noch ein mal: Edificio do Correo Central de Santiago.

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Museu Histórico Nacional.

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Novamente a Cadetral.

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E novamente o prédio do Correo

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Frente da Catedral: Venda de Ramos para o "Domingo de Ramos" e um pequeno protesto na frente da igreja.

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Portal Fernández Concha, um centro comercial.

Partimos dali e seguimos em direção ao Palacio La Moneda. Não sei se era devido a ser domingo, ou porque a cidade tinha suas ruas fechadas para a realização da Maratona de Santiago, mas era muito agradavel andar pela cidade sem aquela mutidão que encontramos no dia anterior.

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Chegada da Maratona Internacional de Santiago.

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Chegada da Maratona Internacional de Santiago.

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Palacio La Moneda

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Monumento em homenagem a Salvador Allende, presidente morto.

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Prédio da Intendencia de Santiago.

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Chegada da Maratona Internacional de Santiago.

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Guardas e seus cachorros

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Atletas fazendo exercicios pós maratona.

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Guardas simpaticamente posando para as fotos.

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Palacio La Moneda.

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Palacio La Moneda again.

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Palacio La Moneda noch ein mal.

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Um Caminhão-Tanque que encontramos quando voltavamos para o onibus.

E o passeio estava no fim. Olhando as fotos parece que ele foi bem curto, mas o passeio valeu e muito a pena. Saimos do centro histórico e descemos em uma loja chique cheio de lembranças e joias em Lápis-Lazúli. As moças eram super atenciosas, mas não atrairam nossa vontade em colocar a mão no bolso para comprar algo. A unica coisa que fizemos foi tomar uma dose gratis de Prisco Sour que nos serviram.

De lá, saimos em um micro onibus rumo ao nosso hotel. Nesse momento perdi minha blusa (depois perguntam porque eu nunca tiro minha blusa, mesmo em um dia de 40º C). Subimos para o nosso quarto, tempo para nos arrumarmos e descemos novamente. Um taxi e estavamos na frente da igreja de Los Dominicos.

Passamos o restante da tarde andando pelas ruelas do vilarejo, uma especie de "Feira de Embu" (eu acho, nunca fui lá) atrás de lembranças. O local estava apinhado de estrangeiros. Eu escutava mais alemão e ingles do que espanhol. Eu, particularmente, comprei uma camisa estilo bandeira do Chile, alguns marca-paginas, imãs, quadros feitos de cobre, brincos de lápis-lazúli (para minha irmã) e um pingente com um simbolo que representa "trabalho". Tinha varios outros pingentes, mas com temas mais para "meninos", apenas esse e o de "Força". Mas como o simbolo de força é uma suastica (não a invertida, como usavam os nazistas), o pessoal poderia ligar com o fato que estudo alemão e ter ideias ridiculas. Não, prefiro ficar com o trabalho.

Depois de algumas horas buscando presentes para os parentes da Marina, voltamos a procurar um taxi.

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Cordilheira dos Andes atrás do Centro Artesanal Los Dominicos.

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Cordilheira dos Andes atrás do Centro Artesanal Los Dominicos.

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Cordilheira dos Andes atrás do Centro Artesanal Los Dominicos.

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Cordilheira dos Andes atrás do Centro Artesanal Los Dominicos.

E como foi dificil arrumar um taxi. Demoramos bem uma hora procurando um. A Marina fazia sinais para qualquer taxi que aparecia, mesmo eles estando ocupados e na faixa oposta da pista. Estava vendo que quando um vazio aparecesse, ela iria se atirar no capo do taxi. Não chegou a tando, ela apenas correu balançando os braços...

Saimos de lá voltamos para o Cerro San Cristobal. Na frente da entrada, barracas que vendiam objetos quase pela metade do preço que estavam no Centro Artesanal.

Entramos no Funicular e partimos rumo ao topo do Cerro.

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Trem do Funicular, ao chegar ao topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Comércio lá em cima do Cerro San Cristobal

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Imagem da Virgem da Imaculada Concepcion

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Imagem da Virgem da Imaculada Concepcion

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro.

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Foto de Santiago, do topo do Cerro, do lado da Virgem.

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Santiago, com destaque para os Andes.

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Santiago, com destaque para os Andes.

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Santiago, com destaque para os Andes.

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Seria neve isso branco no topo dos Andes? É o mais próximo que cheguei de neve.

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Andes, Santiago e afins.

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Foto dos Andes, no cair da tarde.

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Foto dos Andes, no cair da tarde.

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Novamente, foto de um lugar que parecia ser neve.

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Andes por trás da vegetação do Cerro

Paramos em uma lanchonete no topo do Cerro para tomar um sorvete (uma versão Kibon de lá) e fomos pegar o teleferico para descer. A fila estava gigantesca, mas a sucessão de cabines que deciam faziam com que ela corresse rapidamente. Logo estavamos dentro de uma cabine, descendo rumo a Santiago e vendo a cidade iluminada no meio da noite.

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Quadro indicativo das informações do teleférico

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Unica foto bacana que consegui tirar de dentro do teleférico (ou seja, imagina como sairam as outras).

Após alguns minutos (e um problema, pois eu não encontrei o ticket para fazer o segundo trajeto do teleferico) estavamos novamente na parte de baixo do Cerro. Andamos um pouco e já estavamos atravessando o rio Mapocho e chegamos na av. 11 de Septiembre. Paramos na primeira lanchote que vimos e comemos um senhor cachorro quente, com direito a porção de pasteis e cerveja chilena (uma chamada Cristal). Pela avenida, uma mutidão de torcedores da Universidad Catolica passava, cantando e festejando, provavelmente uma vitória.

Pegamos o metro e alguns minutos depois estavamos no hotel. Como sempre, a Marina mais atenta do que eu reparou que tinhamos direito a um Prisco Sour gratis, cortesia do hotel. Tomamos o Prisco, voltamos para o quarto e mais um dia de visitas encerrado.

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