007 - Cassino Royale
Pois é, pessoal! Existe algumas coisas na minha vida que eu me esforço para não perder... E entre elas esta ir ao cinema assistir aos filmes do 007. Afinal de contas, existe algum tipo de filme melhor? Lá tem tudo o que um homem gosta de ver... Mulheres bonitas e faceis, carros luxuosos e velozes, lugares paradisiacos, ação sem fim, história facil de enteder e toda aquela quinquilharia tecnologica.
Bem, fui assistir esse filme a duas semanas. Será que vale a pena? Acompanhe minha resenha na materia.
Vou ser bem sincero... Eu estava com muito medo! Afinal de contas, ninguem gosta que mexam em algo que admira. Eu sempre achei o Pierce Brosnan perfeito para o papel de 007, as vezes até melhor do que os classicos Sean Connery e Roger Moore. Mas ao ouvir o anuncio de Daniel Craig no papel do agente secreto mais conhecido do mundo me fez temer o pior. Será que teriamos um novo "A Serviço Secreto de Vossa Magestade"? Ou uma atuação sem sal nem açucar ao estilo Timothy Dalton?
Ao começar o filme, a primeira decepção. Nada do tradicional Bond's Theme seguido da imagem do espião entrando na tela sob a mira de algum assassino! Temi o pior. Mas com minutos de filme, meus medos foram se mostrando injustificados! O novo 007 não apenas é um otimo filme como tambem uma reinvenção da série, que dará folego para o espião por mais uns 20 anos!
Cassino Royale é baseado em um livro de mesmo nome escrito pelo criador do 007 a mais de 40 anos. Conta a história de Le Chiffre, uma especie de banqueiro de grupos terroristas. Ele recebe o dinheiro desses grupos e o multiplica via investimentos financeiros e, o mais interessante, em jogos de azar.
Claro que o MI6 não pode deixar um cara desses financiando Grupos Terroristas ao redor do mundo, assim sendo, M (Judi Dench, pra variar) resolve colocar um agente recem admintido no MI6, o sétimo agente a receber a Permissão para Matar. Seu nome? Bond, James Bond. Sua missão? Ir ao Casino Royale e vencer o Le Chiffre em uma mesa de carteado (na verdade Texas´ Hold, uma versão de Poker).
Claro, a Inglaterra não deixaria Bond sozinho com tanta grana para brincar com o Le Chiffre, assim eles mandam com ele uma contadora, Vesper Lynd, que se tornará uma peça fundamental na formação do agente.
Cenas de ação, romance e dialogos impagaveis (sem contar com a tortura pelo qual passa James Bond, só de pensar eu sinto dor) marcam essa reinvenção do agente.
Vale a pena assistir
Minha nota de 0 a 10: 8,5









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